Há 28 anos Sadib de Oliveira transmite informações e emoções aos ouvintes do rádio em Costa Rica

Nesta quinta-feira, dia 7 de novembro, é comemorado o Dia do Radialista

por: Da Redação - 07/11/2019 08:46

Há 28 anos Sadib de Oliveira transmite informações e emoções aos ouvintes do rádio em Costa Rica Sadib de Oliveira apresenta jornal diariamente nos rádios de Costa Rica. Foto: Divulgação

Nesta quinta-feira, dia 7 de novembro, é comemorado o Dia do Radialista

Em 1989, aos 22 anos de idade, Sadib de Oliveira começou a trabalhar no rádio. Desde então, se passaram 30 anos e hoje ele está consolidado como um dos principais profissionais do setor em Mato Grosso do Sul. Somente na cidade de Costa Rica, são 28 anos usando os microfones para informar e transmitir emoções.

Sadib conta que ser radialista é uma vocação. Ele iniciou a carreira no Paraná, mas logo mudou-se para território sul-mato-grossense. Trabalhou em Cassilândia e no ano de 1991 chegou ao município de Costa Rica, onde firmou raízes e conquistou ascensão profissional. Atualmente é radialista e diretor da Rádio 105,9 RCR Band, onde atua já há dez anos. Antes, trabalhou na Cidade FM.

“No rádio, você precisa ser apaixonado pelo que faz. Tem que ter o poder de transmitir informações e emoções, tem que ter o dom. Hoje, as crianças já nascem com o celular na mão, interagindo de outra forma, mas na minha época, a gente chegava da escola e ficava ouvindo rádio, e foi aí que me apaixonei. Vejo que hoje no interior, o trabalho das rádios ainda é muito respeitado”, destacou.

Apontado como um dos últimos “dinossauros” vivos no radiojornalismo sul-mato-grossense, Sadib é líder de audiência em Costa Rica. De segunda a sexta-feira, das 10 horas ao meio-dia, apresenta na 105,9 RCR o programa Costa Rica Acontece. “Das 10 às 11 horas, a gente leva convidados, faz um bate papo e fala de esporte, mas depois das 11 horas, até meio-dia, o programa fica mais pesado e fazemos análises políticas e trazemos assuntos policiais”, explica.

Para ele, o maior desafio do radialista moderno é manter a interação com o ouvinte. “Hoje a gente já faz tudo em uma rádio, produz, fala, escolhe músicas, solta intervalos. Mas mais do que isso, precisamos interagir. Às vezes, a gente está atrás o microfone e não temos a dimensão de que tem milhares de pessoas nos ouvindo. Precisamos estar atento a elas e transmitir a informação com sentimento. Vejo muitos profissionais que ainda não conseguem atingir esse nível de locução”, finalizou.

 

Fonte: MS TODO DIA

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