Em audiência de custódia, Justiça decreta prisão preventiva de acusado de matar homem em bar de Costa Rica

Justiça considerou a garantia da ordem, conveniência da instrução e garantia da aplicação da Lei Penal ao mantê-lo preso

por: Redação - 28/01/2020 13:28

Em audiência de custódia, Justiça decreta prisão preventiva de acusado de matar homem em bar de Costa Rica

Justiça considerou a garantia da ordem, conveniência da instrução e garantia da aplicação da Lei Penal ao mantê-lo preso

Durante audiência de custódia realizada nesta segunda-feira (27), no Fórum de Costa Rica, a justiça decretou a prisão preventiva de Carlos Adriano Domingos da Silva, de 23 anos, preso pelo homicídio de Jeberson Moraes de Araújo, 36, ocorrido em um bar na Avenida José Ferreira da Costa, na sexta-feira passada.

Em sua decisão, o juiz Francisco Soliman acolheu pedido do Ministério Público Estadual, considerando que a prisão de Adriano era necessária e todos os requisitos estavam presentes. Na audiência de custódia, o magistrado também analisou a legalidade do flagrante feito pela Polícia Civil e pela Polícia Militar.


“A prisão foi realizada de maneira regular. Foi decretada a prisão preventiva para garantia da ordem pública, pois há registro nos autos de que o acusado é reincidente e tem condenação anterior, além de responder por outra ação penal, por tentativa de homicídio. Também consideramos a gravidade da conduta, que aponta que é um indivíduo de alta periculosidade”, explicou Soliman.


Representando o Ministério Público, o promotor Bolivar Luis da Costa Vieira, da 2ª Promotoria de Justiça de Costa Rica, explicou que, no plantão do final de semana, solicitou à justiça o relaxamento da prisão em flagrante, considerando no entendimento dele que os requisitos não estavam presentes, mas no mesmo pedido, solicitou a decretação da preventiva, para que Adriano fique recluso até a data do julgamento.


“Pedi a decretação em três bases. A primeira é para garantia da ordem, porque é um sujeito frio e perigoso, que cometeu homicídio, até onde se sabe qualificado, na principal via da cidade, e já responde outros processos e tem condenação. Outra base é a conveniência da instrução criminal e a terceira é a garantia da aplicação da Lei Penal, porque até onde sabemos, ele é de fora de Mato Grosso do Sul, de Alagoas, e poderia tentar fugir”.


Crime


Conforme já noticiado, em depoimento Adriano informou que a vítima estava lhe cobrando uma dívida e lhe  fez ameaças de morte dois dias antes ao homicídio. O autor relatou que na data dos fatos, transitava de bicicleta e, ao avistar a vítima sentada no bar, decidiu que iria se vingar das ameaças e matá-la.


Ele então foi até à Rua Domingos Afonso Amorim, onde se encontrou com o comparsa que guardava a arma. O amigo então foi até sua residência, pegou o revólver e entregou para Adriano que, por sua vez, foi ao bar, chegou por trás da vítima e atirou uma vez no pescoço e duas nas costas. Jeberson tentou correr, mas foi perseguido e não resistiu aos ferimentos, morrendo no local.


Após cometer o crime, Adriano voltou ao encontro do amigo e lhe devolveu a arma para que guardasse novamente. Adriano tem passagens por tráfico e responde por homicídio qualificado e porte ilegal de arma. O comparsa, que não está preso, responde por porte ilegal de arma e tem várias passagens por vias de fato, violência doméstica e dirigir sem habilitação.

 

Fonte: MS Todo Dia

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