Além da melhor produtividade no algodão, MS conseguiu ainda baixa perda na colheita

A expectativa agora é que a qualidade do fio igualmente seja das melhores

por: Ampasul - 10/10/2018

 Além da melhor produtividade no algodão, MS conseguiu ainda baixa perda na colheita

A Ampasul publicou mais um informativo do seu Programa Boas Práticas Fitossanitárias do Algodão de Mato Grosso do Sul. No documento estão várias informações úteis aos cotonicultores, técnicos, gerentes de fazendas e demais trabalhadores do setor.

Mato Grosso do Sul foi notícia no Brasil no início deste mês de outubro por conseguir a maior produtividade por hectare de algodão. A expectativa agora é que a qualidade do fio igualmente seja das melhores, fator já tradicional no Estado, principalmente na região norte/nordeste, onde concentra-se maior área plantada.

O informativo publicado traz um gráfico que aponta diminuição de área cultivada no Estado. Desde o ano de 2013 á área vem caindo sistematicamente e ao mesmo tempo observa-se crescente produtividade. Esses dois fatores podem estar motivando os produtores a aumentar a área plantada. A previsão para a safra 2018/2019 é que ocorra um aumento de 15% e o Estado poderá subir dos 30.450 ha. plantados na safra que se encerra para 35.000 na próxima.

A boa produtividade é resultado de um conjunto de medidas, previstas no Programa Fitossanitário do Algodão de Mato Grosso do Sul, que são estimuladas e acompanhadas pelos técnicos da AMPASUL, que orienta os produtores no manejo de pragas e doenças.

A colheita é um momento importante para se retirar do campo a produção com o mínimo de perda e preservação da qualidade do fio. O índice médio de perda varia de 6% a 8%, sendo o máximo tolerado na colheita mecanizada é uma perda de 10% . A média conseguida no Estado, segundo levantamento da Ampasul, nesta safra foi de 1,99%.

O clima favoreceu a cultura do algodão nesta safra e continuou a colaborar após a colheita. Na segunda quinzena de setembro choveu em volume que favoreceu o rebrote da soqueira, o que favoreceu a destruição das soqueiras, prática agrícola para controle do bicudo e doenças do algodoeiro.

Fonte: MS Todo Dia





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