Investigado de Cassilândia por armazenar conteúdo pedófilo formatou o computador

O aparelho foi apreendido para perícia mas o homem não foi preso

por: Redação - 29/05/2020 14:52

Investigado de Cassilândia por armazenar conteúdo pedófilo formatou o computador Foto: Polícia Civil

O aparelho foi apreendido para perícia mas o homem não foi preso

O homem de 33 anos que mora em Cassilândia e é um dos alvos da operação da Polícia Civil de combate aos crimes de pedofilia, não foi preso porque os arquivos não foram encontrados no computador. No entanto, ele revelou que o eletrônico tinha sido formatado há poucos dias, antes da ação da polícia na quinta-feira (28).

O boletim de ocorrência da Polícia Civil apontou que foi cumprido o mandado de busca e apreensão durante a Operação Deep Caught por volta das 6 horas na casa do suspeito. Ele não estava, mas a mulher de 48 anos que morava na residência informou que o computador tinha sido formatado várias vezes naquele mês, depois de apontar problemas.

Na busca inicial o material de vídeo e imagens com conteúdo de abuso e exploração sexual não foi encontrado no computador, mas o aparelho acabou apreendido e passará por perícia. Por isso, o homem não foi preso em flagrante, ao contrário de outros quatro investigados, moradores em Campo Grande, Jardim e Bonito.

Quando chegou em casa por volta das 7 horas, o suspeito confirmou aos policiais que baixava esse tipo de conteúdo. Ele responderá por adquirir, possuir ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente.

Operação Deep Caught

A operação da Depca (Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente) de Campo Grande prendeu quatro pessoas na quinta-feira, sendo quatro homens, um estudante e vendedor, um professor de matemática que dá aula em colégio particular para crianças e adolescentes, ambos na Capital, e ainda um guarda municipal e um técnico eletrônico.

O nome da operação se refere ao trabalho investigativo da Polícia Civil, no ambiente da deep weeb, com a consequente localização e captura dos autores dos crimes, praticados contra crianças e adolescentes. É na deep web que os autores conseguem ter acesso ao material como vídeos e imagens de pedofilia.

Fonte: MS Todo Dia

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