O deputado federal Beto Pereira, candidato à Prefeitura de Campo Grande, falou sobre seus planos relacionados à urbanização da cidade e, especialmente, sobre sua visão a respeito da vocação do Centro. Ele destacou que é preciso dar uma solução para a crise de vagas de estacionamento na região e que é preciso pensar em uma saída “verticalizada” para a expansão imobiliária da área.
Hoje, Campo Grande tem a 17ª população entre todas as cidades do país. No entanto, a capital possui apenas o 5º perímetro urbano.
“Veja o tamanho da distorção. Nós temos 38% de vazios dentro desse perímetro. Temos um alto custo-cidade. Quando você trabalha com a expansão urbana de forma desregrada, os prejuízos são para todos. Porque o serviço vai ficando caro e precisa ser rateado entre os munícipes”, disse Beto.
Para o candidato, não se pode mais flexibilizar o perímetro urbano de Campo Grande. “Não dá para ficar expandindo o perímetro urbano. Não dá mais para flexibilizar isso. Temos que garantir segurança jurídica para aqueles que já investiram, aqueles que observaram as regras vigentes. Mas, não dá para continuarmos com o mesmo espírito daqui para frente”, refletiu.
Por isso, Beto propõe uma revitalização urbanística completa do centro da cidade. Para ele, é necessário povoar a região.“Por que existe um grande núcleo comercial nas Moreninhas? Porque tem gente vivendo lá. Por que há um grande núcleo comercial no Nova Lima? Porque tem gente ali. Nós precisamos habitar o Centro".
"Temos que ter programas de incentivo por parte da Prefeitura, com descontos de ISS e de IPTU para a construção de unidades habitacionais no perímetro central da cidade. Só assim vamos trazer gente para o centro. O centro com habitações vai ganhar vida”, explicou.
Para ele, a região já está preparada para receber essa verticalização. “A infraestrutura está pronta”, lembrou.
Estacionamento
Outro aspecto vital para revitalizar o perímetro central é a resolução do problema dos estacionamentos. Beto pretende investir em parcerias público-privadas.
“Podemos utilizar aqueles espaços do antigo corredor ferroviário para estabelecermos parcerias com a iniciativa privada. Primeiro, garantir estacionamento. Segundo, o estacionamento de rua tem que ser rotativo. Porque é ele que garante aquela parada rápida, aquela parada imediata para o atendimento. O outro estacionamento é para aquele que vai demandar mais tempo de parada”, explica.
Fonte: MS Todo Dia
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