O candidato à Prefeitura de Campo Grande, Beto Pereira (PSDB), tem projetos para resolver um dos principais problemas enfrentados pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) em Campo Grande: a falta de medicamentos nos postos de saúde. Com um plano focado na gestão e no uso de tecnologia, o candidato quer modernizar o sistema de saúde municipal e garantir o atendimento adequado à população.
O candidato à Prefeitura de Campo Grande, Beto Pereira (PSDB), que lidera a coligação formada por PSDB, CIDADANIA, PL, MDB, SOLIDARIEDADE, PSD, PSB, REPUBLICANOS e PODEMOS, afirma que a saúde pública de Campo Grande não pode conviver com a escassez de medicamentos essenciais, como a dipirona, nas unidades de saúde.
"A falta de medicamentos nos postos de saúde é inaceitável. Com um orçamento de R$ 2 bilhões, não podemos permitir que faltem insumos básicos no postinho", afirmou. Segundo o candidato, os recursos federais destinados à saúde estão em dia, e o desafio é superar a falta de eficiência na gestão desses recursos.
A proposta de Beto envolve a informatização dos processos de controle de estoque e distribuição de medicamentos. "Nós vamos trabalhar com previsão, com estoque em reposição e com planejamento. Vamos informatizar os processos, e não vai faltar remédios nem insumos para o pessoal da saúde trabalhar, nem para quem precisa", garantiu.
Além disso, o candidato defende a adequação às novas normas de licitação, previstas pela Lei 14.133, que rege as compras públicas. Beto Pereira destaca a importância de buscar alternativas mais eficientes para as aquisições de medicamentos, como a compra via consórcios municipais. "Campo Grande não pode ficar isolada dos demais municípios. Vamos procurar compras via consórcio e credenciar fornecedores para garantir a entrega dos insumos de maneira eficiente", explicou.
Beto também salientou a necessidade de parcerias estratégicas para garantir o abastecimento constante nos postos de saúde, assegurando que o município terá um controle mais eficaz sobre os medicamentos. "Falta de medicamentos e insumos é reflexo da falta de gestão. Dinheiro tem. O que falta é planejamento e execução", concluiu.
Fonte: MS Todo Dia
Foto: Assesoria
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