De dentro da penitenciária, presos produz enxovais cirúrgicos para hospital de Campo Grande

O hospital São Julião fornece os insumos, enquanto a agência penitenciária entra com a mão de obra e o maquinário

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Na Penitenciária Estadual Masculina de Regime Fechado da Gameleira 2, em Campo Grande, o barulho das máquinas de costura não representa apenas uma nova chance para os internos, com trabalho e capacitação, mas também um apoio fundamental à saúde pública com a produção de enxovais hospitalares.

Em uma parceria inovadora entre a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) e o Hospital São Julião, mais de 600 itens hospitalares já foram confeccionados pelos reeducandos, garantindo suprimentos essenciais para a assistência aos pacientes.

A parceria teve início diante da dificuldade do Hospital São Julião em encontrar mão de obra especializada para a costura de paramentos, essenciais para as mais de 70 cirurgias diárias realizadas no local. O hospital fornece os insumos, enquanto a agência penitenciária entra com a mão de obra e o maquinário, permitindo que o trabalho prisional beneficie diretamente a população.

Parceria que reabilita

A Agepen e o HSJ formalizaram, na última semana, a continuidade dessa parceria, garantindo que os detentos possam seguir contribuindo de forma voluntária e, ao mesmo tempo, recebendo remição de pena conforme previsto na Lei de Execução Penal.

A iniciativa reforça o compromisso das instituições em “reabilitar vidas”, seja proporcionando mais saúde à população ou promovendo a ressocialização dos internos, reduzindo a reincidência criminal.

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