Mato Grosso do Sul avança em ranking nacional e Riedel defende gestão baseada em dados e resultados

Estado alcança a 10ª posição entre os mais competitivos do Brasil e chega ao 5º lugar em eficiência da máquina pública

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Mato Grosso do Sul aparece na 10ª posição entre os estados mais competitivos do Brasil no Ranking de Competitividade dos Estados 2026. O Estado também avançou três posições no indicador de Eficiência da Máquina Pública, chegando ao 5º lugar nacional.

Os resultados foram apresentados na quinta-feira (27), em São Paulo, durante o Painel de Governadores promovido pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O governador Eduardo Riedel (Progressistas), candidato à reeleição, destacou a importância de uma gestão baseada em planejamento, responsabilidade fiscal e uso de dados.

“Se a gente conseguir entregar o que parece básico e essencial bem feito, e as pessoas perceberem menos a ausência do Governo do que a presença, acho que já estaremos construindo um grande legado”, afirmou.

Além do desempenho no ranking, Mato Grosso do Sul recebeu o Prêmio Excelência em Competitividade pela iniciativa “Sem Deixar Ninguém Para Trás”, voltada à redução da extrema pobreza.

Segundo os dados apresentados no evento, a extrema pobreza caiu para 1,6% da população sul-mato-grossense, uma redução de 40%. O programa busca integrar famílias em situação de vulnerabilidade a serviços de educação, saúde, assistência social e oportunidades de emprego.

Riedel também destacou o crescimento econômico do Estado, que atraiu mais de R$ 105 bilhões em investimentos privados nos últimos anos, além da qualificação profissional. Atualmente, cerca de 55% dos estudantes do ensino médio da rede estadual participam de cursos profissionalizantes.
Durante o painel, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, elogiou o modelo de gestão sul-mato-grossense, destacando o uso de dados, planejamento e políticas voltadas à população mais vulnerável. Já o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, defendeu a utilização de informações para orientar as decisões públicas.

Para Riedel, apesar das diferenças entre os estados, o desafio comum é transformar planejamento em resultados concretos para a população. “A sociedade espera que o governo entregue mais, que seja eficiente e que consiga melhorar a vida das pessoas”, afirmou.

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