PRF apreende mais de 100 kg de maconha e skunk em operação em Cassilândia

Dois ocupantes foram presos durante abordagem; ação conjunta com forças policiais de Goiás também resultou na localização de outro veículo e na prisão de comparsas

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Uma operação conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e outras forças de segurança resultou na apreensão de mais de 100 quilos de drogas em Cassilândia. A ação ocorreu na véspera do feriado, quando os policiais interceptaram um veículo suspeito que chegava ao perímetro urbano do município.

Durante a vistoria, foram encontrados entorpecentes, entre eles maconha prensada e skunk, variedade da droga com maior concentração de THC. Os dois ocupantes do automóvel foram presos em flagrante.

Segundo informações divulgadas pelo delegado titular de Cassilândia, Rodrigo de Freitas, em entrevista ao programa Rotativa no Ar, da Rádio Patriarca, o veículo utilizado no transporte também possuía registro de roubo ou furto em outro município e foi recolhido.

As diligências tiveram continuidade em cooperação com forças policiais de Goiás, resultando na localização de um segundo veículo, em nova apreensão de drogas e na prisão de outros envolvidos.

Combate ao tráfico na cidade

Na entrevista, o delegado também destacou uma ação da Polícia Militar de Cassilândia, que apreendeu mais de 2 quilos de maconha e cocaína que seriam destinados ao tráfico dentro do município.

De acordo com Rodrigo de Freitas, o enfrentamento ao comércio de entorpecentes também tem reflexos na segurança dos estabelecimentos comerciais, já que parte dos furtos está relacionada à tentativa de sustentar o consumo de drogas.

Delegado alerta sobre listas de boicote no WhatsApp

Outro assunto abordado pelo delegado foi a circulação de listas de boicote a estabelecimentos comerciais em grupos de WhatsApp, motivadas por questões ideológicas ou políticas.

Rodrigo de Freitas alertou que a criação e o compartilhamento de conteúdos organizados para prejudicar comerciantes podem gerar consequências judiciais. Conforme a explicação apresentada na entrevista, os responsáveis podem responder civilmente por eventuais danos morais e materiais e, dependendo da conduta, também criminalmente, por crimes contra a honra.

O delegado ressaltou que o consumidor tem liberdade para escolher onde comprar, mas ponderou que campanhas organizadas para constranger comerciantes ou prejudicar a imagem de empresas podem ultrapassar os limites da liberdade de expressão.


Fonte Jornal MS Todo Dia, com informações Cassilândia Notícias

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