Criança socorrida em chamas após avó deixá-la em casa em Paraíso das Águas está estável

Pai negou omissão e diz que avó tentou pedir socorro; Menino passa por avaliação de cirurgia plástica

por: Redação - 29/05/2021 08:05

Criança socorrida em chamas após avó deixá-la em casa em Paraíso das Águas está estável Imagem: Divulgação

Pai negou omissão e diz que avó tentou pedir socorro; Menino passa por avaliação de cirurgia plástica

O menino de oito anos, socorrido em chamas após um acidente com álcool em Paraíso das Águas, está em estado estável, internado na Santa Casa de Campo Grande. Ele passa por avaliação de cirurgia plástica. O menino estava sob cuidados da avó, quando foi socorrido em chamas na quinta-feira (27). A avó acabou presa acusada de negligência, no entanto, o pai da criança negou que a mulher foi omissa.

Segundo a comunicação da Santa Casa, o menino teve queimaduras de 2º graus superficial na face e tórax superior por álcool e queimadura de 1º grau no tórax inferior e abdômen superior. Ele passa por exames laboratoriais e avaliação da cirurgia plástica. Foi iniciado tratamento de antibioticoterapia, sendo que o menino está estável no momento e sob os cuidados da equipe pediátrica. 

A criança foi socorrida por um desconhecido. Quando deixado na unidade de saúde de Paraíso das Águas, os médicos acionaram a polícia que foi a procura dos pais da vítima não os localizando. A avó do menino, que tem a guarda do neto, foi encontrada embriagada na rua.

Quando questionada, a avó do menino disse que a criança estava brincando sem falar com o que, quando de repente viu o neto em chamas sendo que nada fez e o menino foi socorrido por um desconhecido, que o deixou na unidade de saúde. A avó foi detida e levada para a delegacia e autuada por abandono de incapaz que resultou em lesão corporal grave.

Para a polícia, o pai disse que foi trabalhar e deixou o menino sob os cuidados da avó, negando que ela teria sido omissa em socorrer o garoto. Ele conta que a mulher viu o menino em chamas e saiu correndo para pedir ajuda à madrasta da vítima. Enquanto isso, pessoas que trabalhavam na obra de pavimentação asfáltica na rua teriam feito o socorro. O pai disse ainda que a avó do menino não tem celular e o que aconteceu foi um acidente e não uma omissão.

Fonte: MS Todo Dia

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